AUTISTA | Autismo e Nutrição

ARROZ DE INHAME

On 3 de agosto de 2010, in Receitas, by jaqueline
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leite de inhame

Na dieta Sem Glúten (proteína do trigo, centeio, malte, cevada e aveia) e Sem Caseína (proteína dos leites animais e seus derivados), precisamos substituir o leite animal por leite vegetal. Fazer alguns leites vegetais em casa acaba saindo mais barato e ainda podemos aumentar a variedade de leites consumidos e consequentemente, de nutrientes.  O inhame é depurativo, desintoxicante e fortalece o sistema imunológico. É  rico em amido e fibras solúveis o que ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue e as taxas de colesterol sangüíneo. Possui propriedades de cura intestinal, pois auxilia na digestão e na fermentação do bolo alimentar. Ainda é fonte de Betacaroteno, vitaminas C e do complexo B, cálcio, fósforo, potássio e ferro, além de ser fortificante para os gânglios linfáticos.

Na Índia, o sistema médico ayurvédico também indica o consumo desse alimento para restaurar as defesas orgânicas, principalmente como recurso para combater infecções e tumores.
O inhame que possui estas propriedades é o pequeno, marrom e cabeludinho conhecido como inhame japonês.

OBS: Apesar de tudo isso, creio que como todo alimento, o inhame deva ser consumido com moderação e alternando com outras opções, pois o inhame é rico em ácido oxálico e algumas crianças autistas em tratamento biomédico tem problemas com oxalatos.

Este leite pode ser utilizado em todas as receitas que pedem leite vegetal e acredito que deva ser ótimo para mingaus.
Se for utilizá-lo crú como em vitaminas, observe se sua criança não apresentará nenhum incômodo, pois a presença do ácido oxálico pode provocar pinicamento ou coceira na boca ou na pele em pessoas sensíveis.

Leite de Inhame:
- 1 inhame japonês pequeno,
- 1 xícara de água mineral.

Modo de fazer:

1º Descasque o inhame, corte-o em pequenos pedaços e bata-o no liquidificador com a água.

2º Coe o leite com um pano de algodão. Utilize-o em seguida ou guarde na geladeira por 3 dias. Se quiser um leite mais ralo, adicione água a gosto. Eu fiz com um inhame médio e duas xícaras de água.

Fonte: Cozinha Sem Glúten e Sem Leite by Claudia Marcelino is licensed under CC BY-NC-SA 2.5

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LEITE DE ARROZ

On 3 de agosto de 2010, in Receitas, by jaqueline
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LEITE DE ARROZ

O leite de arroz é bastante neutro em sabor, compatível com qualquer utilização na cozinha e com matéria-prima presente na casa de qualquer família. É um leite vegetal de fácil digestão, podendo ser misturado a todos os outros para realçar seu sabor ou suavizar o de outro que seja mais forte.

- 2 xícaras de arroz, qualquer tipo, sem lavar
- 10 xícaras de água mineral ou 2 litros e meio
- 1/2 colher das de chá de sal
- Metade de uma fava de baunilha

Modo de fazer:

1º Leve ao fogo a água com o arroz, o sal e a metade da fava de baunilha cortada ao meio, por 15 minutos, não mais que isso.

2º Passe o arroz com a água do cozimento pelo liquidificador, utilizando o modo pulsar em três pulsadas rápidas para apenas quebrar os grãos sem formar uma papa. Se você esperar o arroz esfriar ele cozinhará mais e absorverá mais água e mesmo produzindo o leite da forma descrita, ele ficará bem grosso.

3º Peneire mexendo delicadamente no arroz apenas para sair o líquido. Está pronto para ser utilizado.

Repare que na foto o leite da jarra é mais translúcido. Este é o leite de arroz puro. O do copo está misturado com leite de amêndoas e fica um branco mais leitoso.

Nota:

Adicionando cálcio:

Você pode adicionar cálcio ao leite misturando uma colher de chá de pó de casca de ovo ou cálcio de ostras em pó, encontrados em boas lojas de produtos naturais. Se misturá-lo a um pouco de leite de avelãs ele já estará enriquecido de cálcio, pois as avelãs são ricas em cálcio, mais até do que o leite de vaca.

Adicionando ômega 3:

Para fazer um leite enriquecido com ômegas, adicione 1 colher das de sopa de óleo de linhaça, ou de nozes, ou de canola prensados à frio e depois de pronto. Estes óleos não são os óleos de cozinha encontrados em supermercados. São vendidos em lojas de produtos naturais em pequenas garrafas de vidro.

Fonte: Cozinha Sem Glúten e Sem Leite by Claudia Marcelino is licensed under CC BY-NC-SA 2.5

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CMC para substutuir o glúten

On 1 de agosto de 2010, in dieta SGSC, Receitas, by jaqueline
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CMC

CMC (substitui o glúten)

O glúten é uma proteína presente no trigo (mas não somente no trigo) e que dá maciez e elasticidade as massas tradicionais.
Como as nossas farinhas não tem glúten, os produtos tendem a esfarelar, secar e serem mais densos do que os seus correspondentes com glúten originando produtos massudos e pesados porque a massa não dá liga.
Para tentar minimizar o problema, precisamos de um agente aglutinante e espessante.
É aí que entra o CMC, um produto que desempenha este papel e relativamente fácil de ser achado.
Desta forma os produtos feitos em casa tem um aspecto mais comercial e bem cuidado, equivalendo as suas versões “normais” mais leves e macios.

C.M.C é  abreviatura de carboximetilcelulose um polímero hidrossolúvel derivado de celulose para uso alimentar. O produto é apresentado na forma de pó e tem coloração ligeiramente amarelada.
O C.M.C. tem como propriedade principal uma grande capacidade de absorção de água.
O produto funciona primordialmente como espessante neutro, porém é também emulsificante, agente de suspensão homogenizante e aglutinante. É utilizado em vários alimentos pela indústria alimentícia como bolos, sorvetes, cremes, glacês.

Em grandes cidades como o Rio e São Paulo, é possível achar o CMC a granel, rende mais e é bem mais barato, em lojas como a Casa Pedro http://www.casaspedro.com.br/ .
É assim que compro e estoco como na foto acima.

Em cidades menores é possível achar o CMC comercializado pela arcolor http://www.arcolor.com.br/ em lojas que vendam material para boleiras e produção de doces.
Para quem tem problemas de achar o CMC mesmo com todas as dicas, a opção que sobra é comprar a goma xantana na Sabor Alternativo, eles enviam pra qualquer parte do Brasil.

Não tem jeito, ou usa um,ou usa outro, nas mesmas quantidades.

Até mais!

Fonte: Cozinha Sem Glúten e Sem Leite by Claudia Marcelino is licensed under CC BY-NC-SA 2.5

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Padovan

Publicação: 06 de Dezembro de 2009 às 00:00 Por Anna Ruth Dantas

Conhecida mundialmente por ter criado o Método Padovan, a fonoaudióloga Beatriz Padovan é uma referência no tratamento de crianças e adultos com síndromes, paralisia cerebral, vítimas de Acidente Vascular Cerebral. O modelo de tratamento que ela desenvolveu é focado na “reconstrução” das fases do desenvolvimento, atuando na organização do sistema nervoso. A eficácia desse método é comprovada pela proliferação dele no mundo todo. Desde 1979 Beatriz Padovan ministra cursos em países europeus ensinando o modelo de tratamento. A fonoaudióloga ressalta que o centro de todo trabalho não é a doença, mas o ser humano, o próprio paciente.

O Método Padovan é conhecido e aplicado hoje mundialmente. Quando a senhora concebeu esse tipo de tratamento imaginava que fosse chegar tão longe?
Não. Honestamente não. Eu era professora de uma escola onde eu comecei a observar que algumas crianças não aprendiam a ler e escrever e eram inteligentes. E eu me incomodava com isso. Eu dava um reforço para essas crianças, eram cinco de um grupo de 32, e elas pareciam que iam para frente e depois elas regrediam quando eu parava. E isso me incomodava muito até que eu fiquei sabendo que uma delas havia sido diagnosticada como disléxica. E aí pensei que as outras também eram porque as características eram muito semelhantes. E aí pensei: onde vou aprender sobre dislexia? Seria numa faculdade de Fonoaudiologia. E lá fui eu fazer a faculdade de Fono. Essas crianças iam mal em todas as matérias, principalmente naquelas que exigiam corpo, educação física e fazer trabalhos manuais era difícil para elas. Deixei a escola e fui fazer o curso para aprender mais sobre dislexia. Lá eu aprendi e vi a importância da dislexia, não estava relacionada com inteligência, não estava relacionada com preguiça, mas era uma dificuldade real que elas tinham e chegavam (especialistas) a dizer que poderia estar relacionada à disfunção cerebral mínima, que significa alguma coisa neurológica. Fiquei bem interessada em conhecer todo processo, por que isso acontecia e como tratava? Quando chegou na hora de tratar não gostei da metodologia (da universidade) que era o tratamento. Eu vi que eles faziam trabalhar a dificuldade da criança, mas não a criança toda para que ela superassse aquela dificuldade. Cheguei a perguntar para o professor, comentando que via nas crianças dificuldade motora de atenção, concentração e hiperatividade muito grande. E perguntei o que fazer? Ele disse que faria avaliação e ia direto no assunto, se ela não sabe ler vamos ensinar a ler. Muitas abordagens terapêuticas trabalham mais o sintoma e não a causa. E eu pensei: preciso descobrir algo que me convença a trabalhar essas crianças ou vou voltar a ser professora. Estava disposta a fazer isso, quando comecei a estudar muito, ler muito e encontrei a solução do que procurava, mostrando que todo processo de amadurecimento de uma criança estava intimamente relacionado com a capacidade que ela teria mais tarde para manifestar todo aprendizado. Encontrei um neurocirurgião americano que descrevia o desenvolvimento da criança e dizia que se houvesse falha no desenvolvimento se manifestaria mais tarde.

Ou seja, o Método Padovan surgiu de uma grande curiosidade?

De uma grande curiosidade e uma grande vontade de ajudar as crianças.

Mas o método que a senhora desenvolveu é aplicado também a crianças e adultos. Como um tratamento pode atuar em fases tão distintas?
A relação é que quando nós nascemos temos uma programação genética a ser cumprida. Com o filho você espera que ele vá se desenvolvendo, rasteje, engatinhe, fique em pé e depois ande. E se eu tenho uma criança que não alcançou tudo isso por alguma razão, que poderia ser até uma falha de amadurecimento do sistema nervoso central, então o que nós poderíamos fazer era recapitular as fases do desenvolvimento, atingindo e estimulando o sistema nervoso central em cada nível correspondente a cada uma das atividades. Com isso, você vai organizando, estimulando e até nutrindo o sistema nervoso central para que ele retome ou adquira a maturidade para poder estar no seu ambiente, agindo e reagindo.

No Método Padovan a senhora não trabalha a doença, mas o ser humano?

Trabalho com o ser humano, que pode estar doente e pode estar sã. Uma criança com dislexia ela é ativa, muitas vezes a pessoa nem pensa que ela tem alguma doença.

Qual a doença mais difícil de ser tratada com  Método Padovan? São síndromes, paralisias?

Tem todas as síndromes, tem as doenças degenerativas do sistema nervoso central, como Parkinson, Alzeimer e outras doenças neurológicas. Com essas doenças que são degenerativas você pode levar a uma melhor qualidade de vida, mas você não pode dizer que cure isso. Mas uma criança que tem um retardo no seu desenvolvimento você pode curá-la com o método. Ou uma pessoa que tenha tido um derrame cerebral, você pode levá-la a ter uma vida normal outra vez, depende da extensão, da lesão, depende do tempo. Você pode levar a ter uma vida normal em qualquer idade. Até as pessoas que ainda estão em coma você começa a aplicar o método, você vai fazer no indivíduo os movimentos que são considerados movimentos genéticos do ser humano.

Mas a senhora conseguiria aplicar esses exercícios com o paciente em coma?

Sim. A gente vai atingindo os níveis neurológicos. O paciente não precisa ter consciência e nem colaborar. Eu faço nele os exercícios. O Método é dividido em duas partes: os exercícios corporais, que é uma recapitulação de todo desenvolvimento do indivíduo. A gente vai repetindo os movimentos sempre na mesma ordem de aquisição e chega até o ponto onde o indivíduo se encontra na sua maturação. A segunda parte é restabelecer e fortalecer, melhorar as funções orais. Nós não temos um órgão para falar, usamos a boca, que foi feita para comer. Esses exercícios seriam toda recapitulação do desenvolvimento que recapitula a própria evolução. Você faz primeiro exercício corporal, em seguida restabelece as funções orais, usando a própria função, respiração, de mastigação, sucção e deglutição.

Mas, mesmo sem a colaboração do paciente, tem resultado?

Mesmo assim tem resultado, um bom resultado. Até com crianças autistas, elas não colaboram nada e você vai fazendo os exercícios e elas vão melhorando cada vez mais.

O que leva o Rio Grande do Norte a ser apontado como uma referência para o Nordeste nesse Método Padovan?

Como o Método veio para cá? Conheci Yara Caldas (coordenadora do Centro Nordestino Padovan, que funciona em Natal), quando eu estava dando um curso em Recife de especialização, do qual ela participou. Esse foi o primeiro curso do Nordeste, foi um curso de dois anos. E a partir de 1997 o Método começou a ser aplicado no Rio Grande do Norte. Em 1999 vim ao Rio Grande do Norte para apresentar o Método, com evento organizado por Yara Caldas, que foi pioneira aqui. Foi aberto o curso de especialização para Norte e Nordeste em Natal. O Rio Grande do Norte é referencial hoje para essa região.

Qual o paciente que lhe deixou mais emocionada?
Se eu não fiz nada na minha vida eu vou contar a história de uma paciente. Era uma paciente autista, tinha 14 anos de idade, isso foi em 1973, e comecei a trabalhar e fui fazer as funções orais. Muitos pacientes demoram a fazer cada função de forma correta. Mas essa menina não falava nada e o prognóstico era nunca falar. Mas fui trabalhando primeiro o corpo e as funções orais. E chegou na hora da sucção e foi muito complicado. Levei um ano e dois meses para conseguir fazê-la dá umas três sugadas. E eu trabalhava todos os dias, cinco vezes por semana. Quando ela começou a sugar, continuei a fazer os exercícios corporais e em seguida os orais e depois de um ano e meio, que ela já estava sugando bem, começou a balbuciar. Ela levou uns cinco anos para falar e hoje ela é uma mulher de mais de 40 anos e hoje fala. De vez em quando ela me telefona. Se eu não fiz nada nesse mundo eu fiz isso, que me deu uma satisfação muito grande.

Detalhes

Sonho concretizado:

ajudar as pessoas a se desenvolverem

Em que acredita:
em Deus, foi Ele quem fez toda
a natureza

Plano:

é uma boa pergunta. Meu plano é divulgar o mais possível, não para mim, mas para pessoas que recebem a terapia. É uma alegria muito grande quando se vê a melhora do paciente.

Conhecida mundialmente por ter criado o Método Padovan, a fonoaudióloga Beatriz Padovan é uma referência no tratamento de crianças e adultos com síndromes, paralisia cerebral, vítimas de Acidente Vascular Cerebral. O modelo de tratamento que ela desenvolveu é focado na “reconstrução” das fases do desenvolvimento, atuando na organização do sistema nervoso. A eficácia desse método é comprovada pela proliferação dele no mundo todo. Desde 1979 Beatriz Padovan ministra cursos em países europeus ensinando o modelo de tratamento. A fonoaudióloga ressalta que o centro de todo trabalho não é a doença, mas o ser humano, o próprio paciente. “Uma criança que tem um retardo no seu desenvolvimento você pode curá-la com o método. Ou uma pessoa que tenha tido um derrame cerebral, você pode levá-la a ter uma vida normal outra vez, depende da extensão, da lesão, depende do tempo”, destaca a criadora do método, que esteve em Natal para ministrar um curso a convite da fonoaudióloga Yara Caldas. E, acreditem, todo esse trabalho de Beatriz Padovan surgiu por curiosidade. Ela trabalhava como professora em uma escola pública quando percebeu que cinco alunos não acompanhavam o aprendizado. Informada que se tratava de um caso de Dislexia, a então educadora foi em busca de descobrir como tratar a doença. Começava aí todo o processo de descoberta que viria, mais tarde, a originar o Método Padovan. É com toda autoridade de quem desenvolveu o método, que Beatriz afirma: o Rio Grande do Norte é referência nesse trabalho para o Norte e Nordeste. Inclusive é no Estado potiguar que está instalado o Centro Nordestino Padovan.  A convidada de hoje do 3 por 4, é uma pessoa muito carismática, simpática no trato, simples no falar e que empolga com o importante método que desenvolveu. Com vocês, Beatriz Padovan.

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Neurotoxicidade de alimentos no autismo

Devido as excitotoxinas terem um papel tão importante no autismo, os pais de crianças autistas devem evitar alimentar as suas crianças com alimentos que contenham aditivos excitotóxicos, tais como MSG (glutamato monossódico), proteína hidrolisada, proteínas de extratos vegetais, proteína de soja ou proteína de soja isolada, condimento natural, etc.

Há muitos nomes disfarçados para alimentos aditivados com glutamato. Um estudo recente igualmente mostrou que há uma interação entre determinados corantes alimentares e glutamato e aspartame que realça a neurotoxicidade significativamente.

Devem evitar óleos que provocam imune supressão, tais como os óleos ômega-6 (óleos do milho, de soja, de amendoim, de girassol). Enquanto os óleos ômega-3 são saudáveis, o componente de EPA é significativamente imuno supressor e em conseqüência, a ingestão elevada deve ser evitada. Alguns estudos mostraram a função suprimida do linfócito (células de NK) com ingestão elevada de EPA.

É o componente de DHA que tem a maioria dos efeitos benéficos, especialmente com respeito ao reparo do cérebro e a redução inflamatória. O DHA inibe igualmente a excitotoxidade. Como a criança autista tem a inflamação intensa no cérebro, uma combinação de EPA e de DHA é preferível, com um índice mais baixo de EPA (não mais de 250mg).

O leite e os produtos de leite devem ser evitados e os alimentos que contem glúten devem  ser evitados. Os alimentos de soja são igualmente responsáveis por um número significativo de alergias a alimentos assim como tem níveis elevados de glutamato, de fluoreto e de manganês.

O fluoreto deve ser evitado, especialmente na água para beber. A água é igualmente uma fonte significativa de alumínio na dieta (se adiciona como um agente de limpeza) e em água fluoretada os complexos do fluoreto com o alumínio dão forma ao composto fluoralumínio altamente neurotóxico.

A grande fonte dietética de alumínio são biscoitos, panquecas, chá preto e guloseimas de confeitaria feitas com fermento químico que podem conter alumínio.

A ingestão baixa de magnésio,  é associada com os graus mais elevados de inflamação no corpo e com os níveis mais baixos da glutationa. Este fator aumenta a excitotoxidade, desde que o magnésio é um modulador natural do receptor de glutamato de NMDA. O consumo baixo de magnésio realça extremamente a sensibilidade do receptor de glutamato, agravando a excitotoxidade. O baixo consumo de magnésio igualmente abaixa níveis da glutationa no cérebro, o que aumenta a sensibilidade do cérebro à toxicidade do mercúrio. O maior consumo de magnésio, reduz a inflamação, levanta os níveis da glutationa e reduz a sensibilidade excitotóxica.

Um número grande de flavonóides são neuroprotetores, especialmente contra à inflamação e a excitotoxidade. Estes incluem a curcumina, a quercetina (polifenólico natural presente maçãs, cebolas, chá e vinho tinto), o ácido elágico (substância é a responsável pela coloração vermelha de frutas como amora, cereja e morango), a vitamina E natural, o flavonóide encontrado no chá branco, a teanina, o DHEA e o hesperidin. Todos estão disponíveis como suplementos e a maioria têm um perfil de segurança elevado.

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