crianças autistas | Autismo e Nutrição

Tempura sem glúten e sem ovos

On 1 de agosto de 2010, in Receitas, by jaqueline
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tempura sem gluten e leite

- 1/2 xícara de farinha de arroz;

- 1/2 xícara de polvilho doce ou amido de milho;

- 1 colher das de sopa de farinha de linhaça;

- 1 colher das de chá de fermento químico;

- 1 colher das de chá de óleo;

- 1 xícara das de chá de água.

Modo de fazer:

1º Misture todos os ingredientes. Deixe descansar por uns 10 minutos. Deixe mais ralo ou mais grosso dependendo do seu gosto.

2º Esquente bem o óleo, passe o legume na massa, deixe escorrer o excesso e frite até ficar douradinho. Escorra em papel absorvente e sirva em seguida!

Esta massa pode ser guardada em geladeira e ser utilizada no dia seguinte.

Cozinha Sem Glúten e Sem Leite by Claudia Marcelino is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5 Brasil License.

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Método TEACCH

On 22 de outubro de 2009, in Terapias e Tratamentos, by jaqueline
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TEACCH

O TEACCH (Treatment and Education of Autistic and related Communication-handicapped Children)

é um programa especial de educação talhado para as necessidades individuais de aprendizagem da criança autista, baseado no desenvolvimento do quotidiano.•

Baseado no fato das crianças autistas serem frequentemente aprendizes visuais, o TEACCH traz uma clareza visual ao processo de aprendizagem, buscando a receptividade, a compreensão, a organização e a independência. A criança trabalha num ambiente altamente estruturado que deve incluir organização física dos móveis, áreas de atividades claramente identificadas, murais de rotina e trabalhos baseados em figuras e instruções claras de encaminhamento. A criança é guiada por uma sequência de atividades muito clara e isso ajuda que ela fique mais organizada.

Acredita-se que um ambiente estruturado para uma criança autista crie uma forte base para a aprendizagem. Embora o TEACCH não foque especificamente nas habilidades sociais e comunicativas tanto quanto outras terapias, ele pode ser usado junto com essas terapias para torná-las mais efetivas.

Objetivo: aumentar o funcionamento independente. Valoriza o aprendizado estruturado (principalmente no início do tratamento). Dá importância à rotina e a informação visual. É necessário organizar e simplificar o ambiente, apresentando  menos estímulos sensoriais concomitantes. Isto facilita a criança a focar a atenção nos detalhes relevantes.

UTILIZAÇÃO DE  MATERIAL COM INFORMAÇÃO VISUAL

A informação dada visualmente tem como objetivo amenizar as dificuldades de comunicação existentes. A programação das atividades do dia deve ser dada visualmente. Pode existir um quadro indicando, em seqüência, quais atividades ou tarefas a criança deve realizar. Alguns quadros são feitos de maneira a induzir a criança a retirar o cartão com a foto ou desenho da próxima atividade e depositá-la no local onde deve ir. Por exemplo, retirar a foto da piscina do quadro e colocá-la em um lugar com o mesmo símbolo na piscina. É claro que a utilização dos quadros requer um aprendizado. Inicialmente alguém fará cada passo com a criança, colocando os cartões em sua mão e ensinado-a a colocá-lo no local. Quando a atividade tiver acabado, a criança deve voltar ao quadro de tarefas para ver qual a próxima atividade e pegar seu respectivo cartão. Com o tempo ela poderá realizar a tarefa de maneira independente. O fundamental é a persistência até que a criança aprenda a utilizar a informação visual. Na maioria das vezes a utilização deste método traz tranqüilidade à criança já que possibilita melhor compreensão e comunicação. O quadro a seguir ilustra os passos que a criança deve seguir ao chegar na escola e quais serão as atividades: guardar mochila, ir ao banheiro, jogo, lavar as mãos, lanchar e ir para casa. Ao invés do nome pode-se colocar uma foto da criança em cima do quadro de suas atividades. É necessário que ao ver a figura a criança entenda o que se espera dela. Isto ajuda na organização, minimiza possíveis problemas de linguagem receptiva e dá independência para a criança. É possível também utilizar material visual para ensinar a fazer determinadas tarefas como fazer café, escovar os dentes, etc. A próxima figura utiliza um álbum para ensinar a fazer café. As páginas do álbum possuem uma seqüência de fotos que ensinam cada passo de como fazer café. Primeiro pega a água, depois colocar na cafeteira, etc. Este tipo de orientação pode servir para qualquer coisa que se queira ensinar para a criança. É obvio que isto implica em um aprendizado. Inicialmente os passos serão dados com auxílio, mas sempre utilizando o álbum como referencial para a criança. É fundamental iniciar com tarefas bem simples (como por exemplo, pegar biscoitos em um pote) e sempre utilizando as fotos para a criança aprender a obter a informação ordenada e organizada visualmente. A família pode ter também um esquema na parede para a criança se situar com relação aos dias da semana e o que fará em determinado dia. Nos dias de semana pode-se colocar uma foto dela com uniforme da escola ou algum logotipo que a criança associe à escola. Nos sábados e domingos pode-se colocar uma foto de casa ou foto da criança com os pais ou avós. O importante é que fique claro para a criança que dia é hoje e o que ela fará. É também útil fotografar os locais e pessoas que fazem parte da vida da criança. Assim, quando os pais forem explicar para a criança aonde ela vai, podem mostrar uma foto ilustrativa enquanto passam a informação verbal (“hoje vamos à casa da vovó” e mostra a foto). Outro método utilizado com o intuito de aumentar a comunicação é o PECS (Picture Exchange Communication System). Este sistema utiliza cartões contendo fotos ou logotipos de coisas relevantes para a criança. Pode-se iniciar com coisas que a criança gosta de comer e ensiná-la a utilizar os cartões como objeto de troca pelo que deseja.

Fonte: Drª.Carla Gikovate – Neurologista Infantil – Mestre em Psicologia

http://www.carlagikovate.com.br

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Atendimento para crianças autistas no Rio de Janeiro

On 12 de outubro de 2009, in Informação, by jaqueline
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autistas

Psicólogos e fisioterapeutas acompanharão pacientes e seus pais

07-10-09 O Dia Online

Rio – Crianças autistas terão, a partir de hoje, um centro municipal com tratamento multidisciplinar para o problema. A unidade, que será oficialmente inaugurada hoje, já tem 30 pacientes e deverá dobrar a sua capacidade até o fim do ano, segundo o secretário municipal da Pessoa com Deficiência, Márcio Pacheco. “O objetivo do centro, que terá desde atividades lúdicas à fisioterapia, é desenvolver na criança autista a capacidade de aprendizagem. Queremos preparar este paciente para que tenha melhor desenvolvimento na escola. Essas crianças podem competir no mercado de trabalho e esse é um dos nossos objetivos”, diz. Segundo Pacheco, o centro, que conta com brinquedoteca e computadores, tem como diferencial o acompanhamento dos pais e familiares dos pacientes. “Esse atendimento é fundamental porque vamos poder trabalhar o relacionamento dos pais com seus filhos. Com um relacionamento em casa melhor, essas crianças terão mais facilidade para se relacionar com outras pessoas.” Segundo a neuropediatra Eliana Silva, diretora do centro, o diagnóstico do transtorno ocorre quando a criança tem cerca de 3 anos. “Os bebês autistas geralmente são mais quietos, choram pouco. As crianças evitam brincadeiras com outros colegas. Os movimentos repetitivos, principalmente das mãos, também são frequentes”, relata a médica. Os pais de crianças com o transtorno podem buscar auxílio e esclarecimentos no próprio centro, que fica na Avenida Presidente Vargas 1.997, 1º andar, ou pelo telefone: 21 2242-7700

CARACTERÍSTICAS DO TRANSTORNO

Estima-se que a prevalência do autismo seja de um para cada mil nascidos, sendo quatro vezes mais frequentes nos meninos do que nas meninas. Um dos mais famosos autistas é Kim Peek, imortalizado por Dustin Hoffman no filme ‘Rain Man’. Ele memorizou mais de 12 mil livros. Os sintomas podem variar de acordo com a idade. Os mais frequentes são a dificuldade de fazer amigos, resistência a mudanças de rotina e repetição de palavras e movimentos.
Não existe um exame capaz de identificar o transtorno. O diagnóstico é clínico.

Fonte:  PÂMELA OLIVEIRA, RIO DE JANEIRO – O Dia Online

Eu tentei ligar algumas vezes mais até o momento, não consegui falar com ninguém. Se alguém conseguiu obter mais informações ou foi atendido, por favor, deixe aqui o seu depoimento dizendo o que achou do atendimento.

Um abraço,  Jaqueline Araujo

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Cérebro de Crianças autistas – Síndrome de Asperger

On 10 de outubro de 2009, in Informação, by jaqueline
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InspiradospeloAutismo

As crianças autistas possuem mais matéria cinzenta do que as outras crianças nas áreas do cérebro que serão responsáveis pelo processamento social e pela aprendizagem através da observação. As conclusões resultam de um estudo divulgado em Chicago, durante o encontro anual da Radiological Society of North America. As diferenças existem e foi possível observá-las com recurso a técnicas de imagiologia. “Os resultados apontam para a possibilidade da incapacidade de relacionamento das crianças autistas ser o resultado de um funcionamento anormal do sistema neurológico”, refere Manzar Ashtari, autor principal do estudo que trabalha num hospital pediátrico norte-americano (Children´s Hospital of Philadelphia). Tudo estará relacionado com os chamados neurônios espelho, que são ativados quando um indivíduo está a praticar uma ação ou a experimentar uma sensação ou emoção ou ainda quando observamos estes comportamentos nos outros.

Além das diferenças nas áreas de matéria cinzenta associadas aos neurônios espelho, os resultados do estudo revelaram que o aumento da camada no lóbulo parietal estava relacionado com os QI mais elevados nas crianças normais mas não nas crianças autistas. “Nos cérebros das crianças normais, a maior quantidade de matéria cinzenta está associada a QI mais elevado mas nos cérebros das crianças autistas esta correspondência não se verifica porque a matéria cinzenta não funciona adequadamente“. As crianças autistas também mostravam uma redução significativa de matéria cinzenta na região da amígdala direita que explicará a profunda inaptidão social.A equipa de investigadores acredita que este mapeamento do cérebro será capaz de contribuir de forma significativa para a compreensão dos problemas das crianças autistas, sobretudo da percepção da estrutura e funcionamento cerebral.

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Centro de tratamento de pessoas com autismo

On 7 de outubro de 2009, in Informação, Profissionais, by jaqueline
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Rio ganha centro de estudos e tratamento para pessoas com autismo
Unidade começa a funcionar nesta quarta-feira (07/10/09), na Avenida Presidente Vargas. Inicialmente, serão atendidas 40 crianças.
Os profissionais mostrarão às famílias que, com a assistência certa, os autistas podem ter uma ótima convivência social. O secretário Municipal da Pessoa com Deficiência fala sobre o assunto.
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